Temática:

#AdaptaçãoPessoal (1) #Anima (2) #Animus (2) #Arquétipos (2) #Arte (1) #Ascendente (2) #AstrologiaArquetípica (49) #AstrologiaClinica (24) #AstrologiaComportamento (7) #AstrologiaHindu (5) #AstrologiaMundial (9) #Autoafirmação (1) #Autoconhecimento (24) #Beleza (1) #CamposMorfogênicos (1) #Carma (1) #Ciência (7) #Coletivo (1) #ConflitosÍntimos (1) #ConvívioGrupal (1) #Criança (1) #Criatividade (1) #Cristianismo (5) #Cursos (1) #Demarcação (1) #Destino (2) #Devoção (1) #DiagnósticoDePersonalidade (9) #Disciplina (2) #Ego (1) #Entrevistas (4) #Espiritualidade (3) #Estratégia (1) #Eventos (1) #Experimento (1) #Extroversão (1) #Fé (6) #Filho (1) #Filosofia (8) #FilosofiaDaAstrologia (7) #Genialidade (1) #HarmoniaPessoal (1) #Homoafetividade (1) #Identidade (1) #Individuação (1) #Inovação (2) #Inteligência (2) #Interpretação (1) #Introversão (1) #Intuição (2) #Jung (4) #Livre-arbítrio (1) #Magia (1) #Mapa infantil (1) #MenteECorpo (1) #Mitologia (7) #Paciência (1) #Paranormalidade (2) #Pensamento (2) #Pensamento Complexo (1) #Planejamento (1) #Poesia (1) #Preconceito (3) #Profissão (3) #Psicologia (6) #PsicologiaTranspessoal (3) #Psicoterapia (7) #PsiqueColetiva (4) #ReformaÍntima (2) #RelacionamentoPessoal (6) #Religião (5) #Resiliência (1) #Romantismo (1) #Sadismo (2) #Semiótica (4) #Sensação (1) #Sentimento (1) #Sex-appeal (1) #Sexismo (1) #Sexualidade (1) #Sinastria (2) #Solidão (1) #Superego (2) #TécnicaAstrológica (12) #Teologia (3) #TiposHumanos (1) #VidasPassadas (2) #Yang (1) #Yin (1)
Mostrando postagens com marcador #Preconceito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #Preconceito. Mostrar todas as postagens

19 de nov. de 2013

Preconceito: a reação contra aquilo que parece ameaçar.



Dia 20 de novembro é o Dia da Consciência Negra, e isto me levou a refletir sobre o preconceito, sob o ponto de vista da Astrologia Arquetípica.



Não especificamente sobre o preconceito contra a negritude, que, sabemos, tem razões históricas que são principalmente de ordem econômica, mas sobre a genérica característica humana preconceituosa, seja com maior civilidade ou relativa polidez, seja com barbárie e até mesmo morte causada.


Para além dos usuais preconceitos de raça, gênero e classe, falo do afastamento do diferente, por repulsão daquilo que de alguma forma parece ou é distinto.


São muito profundas na espécie humana as raízes da reação preconceituosa, indo muito além de desinformação, razão por que o tema deve ser objeto de constante atenção se queremos que o passar do tempo atenue no coletivo esta possibilidade, inclusive com contenção daqueles que a reforçam ou a incentivam.


O psiquismo humano tem dinâmicas internas atávicas que alertam o indivíduo para o que é diferente dele e, por isto, pode ameaçá-lo; isto detona duas possíveis reações, sendo uma a de fuga, para manter distância do que é diferente, e a outra, de ataque, para destruição do que é diferente.


Na pessoa não dominada por pulsões inconscientes extremamente intensas em relação a este tipo de ocorrência, o confronto com o diferente pode ser vencido pela aprendizagem no convívio – e aqui estamos falando da utilidade da informação, da educação e da reflexão construtiva sobre a riqueza do potencial existente na diferença.


Até aqui podemos estar falando de posturas mais conservadoras, reativas à mudança, como em geral se associa a dinâmicas de Saturno, enquanto Planeta, e a Touro e Câncer, enquanto Signos.


Mas podemos falar também de dinâmicas de caráter arquetípico mais profundo, visceral mesmo, e, portanto, num nível pré-conceitual: trata-se, aqui, de Plutão, especialmente se aspectado mais desafiadoramente por conjunções, quadraturas e oposições com Sol e ou Lua.

Nestes casos, o preconceito é veemente, não sendo vencível por argumentação racional: o olho brilha, o tom de voz sobe, a respiração ofega e a pressão vascular se eleva, indicando que a atitude preconceituosa brota do medo, e não de uma convicção no terreno do pensamento.


Admitimos tratar-se de medo ao adotar a expressão: (qualquercoisa) fóbico.


Pior, quando há Marte envolvido neste Aspecto plutônico: em nome da defesa contra aquilo que ameaça por ser diferente, a atitude não raras vezes é de pura (e descontrolada) agressão, talvez até assassina. Com Plutão, é certo haver ódio.


Portanto, atenção, quem deseja ver as ocorrências de preconceito se reduzirem: não dá para relaxar! A qualquer momento este lado obscuro do ser humano pode vir à tona e tomar conta da cena.


Até se mascarado por elaboradas teorias que tentam justificar a discriminação.

2 de nov. de 2013

Gaviões, Gaivotas e Astrologia Arquetípica

Um dos traços humanos mais difíceis de detectar em Carta natal astrológica é a dominância de homoerotismo e homoafetividade na estruturação psicoemocional do indivíduo, dada a massa de preconceitos e pressupostos (contra ou pró) que dificulta uma abordagem mais franca e isenta do assunto.
 Ademais, se os indicadores simbólicos de eventual homoerotismo presente (oculto ou manifesto) apontam este aspecto íntimo ser natural no indivíduo (homem ou mulher) ou ter sido derivado das condições de construção do masculino e ou do feminino naquela pessoa, em sua primeiríssima infância.

No primeiro caso, a inclinação homoerótica ou homoafetiva seria constitucional; no segundo, seria condicionada. Em ambos os casos não cabe falar de “escolha” ou “opção”, como há quem suponha: seria assim se a pessoa pudesse optar com consciência sobre o que fazer com a homoafetividade e o homoerotismo, mas a possibilidade de livre opção costuma ser (era mais...) vedada pelo ambiente cultural.


De todo modo, se está frente a um complexo inconsciente dos mais desafiadores.

Huguette Hirsig, sexóloga e astróloga suíça do Centro de Pesquisa Astro-psicológica de Montreal, Canadá, é autora de um vasto estudo sobre o assunto, construído sobre a correlação analítica de mais de 2.000 Cartas natais de homossexuais, entre as dezenas de milhares de Cartas natais que pôde interpretar em sua vida.


Segundo seus registros, é necessário haver três destes indicadores na Carta natal, para se poder falar em homoerotismo natural:

1. Vênus em conjunção ou em oposição ao mesmo tempo a Urano e Netuno, com um desses Planetas no Ascendente ou, ainda, na Casa V ou XI;

2. Lua em oposição ou em conjunção com Vênus;

3. Netuno em conjunção com o Ascendente ou em oposição a ele;

4. Sol em conjunção com Urano ou em oposição a ele.


Seja isto ou aquilo, e seja natural ou por condicionamento, é importante perceber que o tema ocupa cada vez mais o imaginário coletivo, em claro indicador da alteração de paradigmas históricos e sem necessariamente indicar que a tendência, como julgam ou desejam alguns, virá a ser a predominância da homoafetividade e do homoerotismo. Para o “novo” poder se firmar, o barulho é imenso.


O que parece estar verdadeiramente em jogo é a ampliação de perspectivas humanas, o enriquecimento de cenários, para uma visão alargada de mundo poder superar miopias até então dominantes.


Nem o fato de Marta ter sido escolhida cinco vezes seguidas a melhor jogadora de futebol do mundo, num recorde não superado por nenhuma outra pessoa, homem ou mulher, prende a atenção da massa: “futebol é coisa de macho, mano!”, parece ser resmungado todo tempo.


Como será o caso das Gaivotas Fiéis?


Imagine-se a força de impacto que uma torcida organizada arco-íris provocará em um ambiente rigorosamente masculino e historicamente machista, como em geral é o do futebol, seja no Maracanã, em La Bombonera ou no futuro Itaquerão!

25 de out. de 2013

A violência contra as mulheres tem facetas diferentes

A ONU acaba de lançar uma nova campanha mundial pelo término da violência contra as mulheres.
O foco é muito amplo e vai além da violência física, como é necessário.



A campanha aborda múltiplas formas de agressão, como a negação de direitos humanos, da liberdade de ter uma profissão e até de ser tratada como igual nas igrejas. Pois agredir fisicamente é somente a forma mais rude e tosca, embora não a menos prejudicial, de violência.

A propensão à violência contra as mulheres costumeiramente radica em causas profundas dentro do psiquismo do homem que as agride (física ou moralmente), razão pela qual não se trata apenas de educação ou melhor socialização: trata-se da necessidade imperiosa de alterar dinâmicas inconscientes que os dominam.

Se não forem alteradas estas dinâmicas, “inesperadamente” a violência irrompe – “ele era tão educado e respeitoso comigo até agora, não sei bem o que houve...” – ou “vaza” no dia-a-dia por meio de continuadas avaliações preconceituosas e ou atitudes de claro desrespeito humano.

A interpretação de uma Carta natal astrológica com a metodologia da Astrologia Arquetípica oferece valiosas pistas para este trabalho tão necessário, pois não poucas vezes se identifica, em homens propensos à violência contra as mulheres, um quadro inconsciente coalhado de ressentimentos, raiva e medo, de origem arquetípica e reforçados em torno da figura materna, no decorrer da primeira infância.

Conforme o quadro verificado, pode-se recompor, para um trabalho terapêutico, qual conjuntura atravessada em primeira infância, em geral reforçada pela atitude paterna em relação à própria mulher, estabeleceu a propensão futura à violência. Torno a dizer, física ou moral.

É preciso um cuidado adicional: a inclinação de muitas mulheres em atraírem para convívio, ou se deixarem atrair por, homens com esta triste propensão: sua expectativa inconsciente é de que isto de qualquer forma ocorrerá, por mais que se afirmem indignadas ou entristecidas ao ocorrer, razão pela qual realizam a profecia inconscientemente estabelecida.

Por isso se submetem, seja à agressão física ou moral, mesmo podendo objetivamente não fazê-lo desde a primeira vez.

Neste sentido, não é apenas argumento machista a afirmação de haver mulheres que “gostam” de apanhar. Não que “gostem”, no sentido de preferência consciente, mas é que terminam atuando de modo cúmplice da violência do companheiro: são violentadas e aceitam, tornam a ser violentadas e uma vez mais aceitam...

Ambos, o homem que agrida e a mulher que aceite, são frutos de igual dinâmica.

Quanto aos símbolos, Marte, Saturno, Sol e Lua por costume estão envolvidos por quadraturas ou oposições, bem como muitas vezes Saturno em Casa X indica profundo ressentimento contra o feminino, cheio de medo e raiva.

Se Urano ou Netuno estiverem também presentes nestes conjuntos simbólicos, traços sádicos (e, em decorrência, masoquistas, no gênero oposto) em geral se manifestam.

Translate